sábado, 14 de maio de 2011

12° capitulo A batalha ( escrita em forma de diário)

Eu me pergunto se a vida realmente escolhe quem deve ser feliz e quem deve sofrer, e se isso acontece algo me diz que eu me encaicho no segundo grupo.
Como passar quinze anos sem ver minha filha ja não fosse necessariamente ruim, ainda tenho que viver uma vida de batalhas saguinarias e medos profundos que assombram a maioria de meus soldados. Enquanto vivo no campo de batalha desdo dia em que minha filha nasceu e eu ''me forcei a me recuperar'' coisa que na verdade nem chegou a acontecer.
Uma profecia antiga diz que eu deveria me casar com uma vampiro e que nele eu encontaria o meu verdadeiro amor. Apesar de minha filha ser fruto de uma pequena paixão com um bruxo chamado Daniel, meu verdadeiro amor de acordo com o que diz as historia deve ser com um vampiro, coisa que eu acho bastante impossivel graças ao fato de todos os vampiros não prestarem e eu tambem tenho que assumir que eu não paro pra perguntar a eles se eles realmente prestam. Então vou vivendo e esperando o futuro.
Outra coisa que a profecia diz e ainda sim me incomoda é como ela diz que devemos destruir a maldade de Emerson. Ela diz que amor mata amor e poder enfraquece poder e que uma historia de separações forçadas pelo destino pode curar outra historia de separação causada pelo destino.
Hoje terei uma jantar com alguns soldados do batalhão e espero que pelo menos eles sejam agradáveis, coisa muito dificil ja que eles estão sempre falando de estratégias de lutas e etc...

(Nunca se soube como Bárbara se apaixonou pelo soldado Fernando, mas se sabe que depois desse jantar eles sofreram uma serie de ataques de vampiros e que em uma desses ataques Fernando salvou a vida de barbara e assim se tornou vampiro.
A profecia se cumpriu e Bárbara teve seu verdadeiro amor vampiro)

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